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	<title>Bloguete &#187; Crítica</title>
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	<description>O Blog do G7</description>
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		<title>Crítica da peça &#8220;Como Passar em Concurso Público&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 00:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[G7 - O Grupo dos Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Atores]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Cartaz nos Bancários &#8211; 314/315 sul Só na Sexta! 21hs Damos 3 bolsas integrais de estudo da VESTCON durante o espetáculo! Vagando pela internet encontrei esta crítica interessante. Muito obrigado Bruno! Abração! Fonte: www.sampaonline.com Crítica: A comédia &#8220;Como Passar em Concurso Público&#8221; Por Bruno César de Godoy O elenco da peça &#8220;Como Passar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Em Cartaz nos Bancários &#8211; 314/315 sul</h2>
<h2 style="text-align: center;">Só na Sexta! 21hs</h2>
<h2 style="text-align: center;">Damos 3 bolsas integrais de estudo da VESTCON durante o espetáculo!</h2>
<p>Vagando pela internet encontrei esta crítica interessante. Muito obrigado Bruno! Abração!</p>
<p>Fonte: www.sampaonline.com</p>
<p><strong>Crítica: A comédia &#8220;Como Passar em Concurso Público&#8221;</strong><br />
Por Bruno César de Godoy</p>
<p>O elenco da peça &#8220;Como Passar em Concurso Público&#8221; prepara os candidatos antes, durante e depois da prova de uma maneira inusitada: estimulando desde o espectador mais tenso até o mais descontraído a se divertir com um humor muito criativo. O espetáculo é apresentado por quatro personagens, que interpretam com perfeição diversos papéis, dando a impressão que existem vários atores participantes.</p>
<p>A trajetória de José Brasil, um típico brasileiro que procura a aprovação em concurso público, é contada, desde o seu nascimento. O sonho de seus pais é garantir uma vida boa ao jovem, com um salário razoável e algumas regalias, como trabalhar pouco e ter vários benefícios do governo. Por isso, a profissão escolhida é a de Técnico Judiciário(!). Filho único, José já está com 33 anos e precisa se tornar independente.</p>
<p>Ao longo da encenação, são passadas diversas dicas para se obter êxito na avaliação final. Até um pastor de igreja ao lado de uma intérprete de libras e de um hilário servo faz uma sessão para os &#8220;concurseiros&#8221; espantarem seus males.</p>
<p>Na hora da prova, o estudante tem seu pensamento representado por dois personagens. Porém, cada um possui uma opinião diferente, fazendo com que o Zé reaja a todas elas, pulando, gritando, exercitando, eliminando um concorrente, se estressando e pedindo a ajuda de Deus, que aparece para socorrê-lo. Entretanto, o Senhor também está confuso e não sabe a resposta certa.</p>
<p>Mas se nem mesmo o Todo Poderoso pode ajudar José Brasil, qual a solução para seu futuro? A única opção foi dar um típico &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; na situação e agora, mesmo tendo essa postura incorreta, terá de enfrentar o difícil trabalho de carimbar formulários (apenas com a presença do chefe) como um técnico judiciário.</p>
<p>Os artistas interagem com a plateia, convidando-a a participar de uma cena simples, que guarda uma hilária surpresa. Música, dança, piadas e imitações tornam a peça ainda mais atrativa. No final, os atores correm até a saída para cumprimentar e conversar com o público, em uma atitude que demonstra respeito e carinho para com todos, que saem com a certeza de terem assistido um ótimo espetáculo de comédia.</p>
<p>E para terminar em grande estilo, minha versão de O Iluminado:</p>
<p><img class="aligncenter" title="Rodolfo Nicholosonsons" src="http://www.simplesmenteg7.com/blog/wp-content/uploads/2008/06/rodopertinho.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
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		<title>Seria Trágico se não fosse Cômico.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Bric</dc:creator>
				<category><![CDATA[G7 - O Grupo dos Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Crítica do Livro "A outra história do Brasil" de Jovane Nunes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2746" src="http://www.simplesmenteg7.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/bric.png" alt="bric" width="205" height="84" /></p>
<p style="text-align: justify">Conversando com um amigo um tempo atrás sobre como o apresentador Fausto Silva saiu de um programa pirado como era o Perdidos na Noite para comandar essa chatice (pra dizer o mínimo) que é o Domingão do Faustão, ele me explicou que o motivo disso é que a TV Globo “pasteliza” os artistas. Achei sua expressão perfeita. Atores, comediantes e apresentadores que fazem algo de diferente por aí, quando chegam à emissora, acabam se adequando a um papel “pastel” qualquer, e isso é bem visível com os humoristas. Por mais versátil que seja, acabará fatalmente encenando um personagem que faz sempre as mesmas coisas e repete sempre o mesmo bordão, semana após semana, até que saia de moda e o público o esqueça.</p>
<p style="text-align: justify">Uma das últimas “vítimas” do programa foi Jovane Nunes, da Companhia de Comédia os Melhores do Mundo. O seu personagem, Zeca Pimenteira – que não tem a menor graça – é um evidente desperdício do talento desse ator. Quem acompanha o trabalho do grupo no teatro sabe que ele e sua trupe são capazes de muito mais do que mostra a TV. É isso que ele tenta provar agora, se aventurando num novo ramo de entretenimento – os livros de humor.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft" src="http://stat.correioweb.com.br/arquivos/divirta/materias2007/jovane.jpg" alt="" width="350" height="232" />O seu recém lançado “<em>A outra história do Brasil – a versão desavergonhada e sem cortes que explica tudo</em>” alcança o objetivo de ser engraçado. Não é inovador nem muito diferente de outros tantos, mas cumpre bem o seu papel de divertir.</p>
<p style="text-align: justify">A história começa com um grupo de bêbados lusitanos (entre os quais Pero Vaz de “Caninha” e “cachaceiro-mor” Pedro Álvares Cabral) que atraca em nossas terras pra comprar cerveja e acaba se deparando com uma Porto Seguro repleta de pousadas e música baiana. Depois de nos contar sobre episódios como o da “incontinência” mineira e o da Velha “e desdentada” República, o redator dos Melhores do Mundo encerra sua narrativa com “o folclórico mineirinho Itamar Franco”, prometendo um novo volume para as eras FHC e Lula. O livro fala, basicamente, sobre fatos importantes e sobre as pessoas que os protagonizaram – abusando, é claro, de trocadilhos com seus nomes. A graça são as razões pelas quais esses personagens agem e os motivos por trás de suas decisões – sempre os mais esdrúxulos e cômicos possíveis.</p>
<p style="text-align: justify">Woody Allen já disse que o humor é uma forma de ver o lado engraçado de algo que realmente é triste. Um capítulo do seu livro que poderia ser triste é o reservado à ditadura militar, mas é nessa parte que o narrador sentencia: “- que país engraçado!”. E ele está certo. Nossa história, repleta de tristes acontecimentos, é, apesar deles (ou por causa deles), uma história, acima de tudo, engraçada. Uma piada pronta. O que Jovane Nunes faz é contar, ao seu modo, essa piada.</p>
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