Do fundo do meu arca-bolso, bom dia Fajardo!

A palavra arcabouço é mesmo engraçada. Se você dividir fica: arca e bouço. Mas, o que é bouço?

Achei no pai dos burros eletrônico (google) a seguinte definição de bouça:

“bouça”: palavra e topónimo muito frequente na Galiza e no Norte de Portugal, é quase certamente de origem pré-romana. Significa “matagal”, “lugar onde cresce vegetação bravia, como o tôjo, a giesta e a urze”, “lugar que só cria mato”, “porção de terreno que está a monte”, “devesa”.

Tôjo? Giesta? Urze?

Enfim, descobri que arcabouço vem de arcaboiço, mas, segundo o Houaiss não é o jeito melhor de dizer. Também, com um nome cabuloso desses quem é esse fulano pra dizer quem diz o que sobre o que tá dizendo?

Hoje é um dia histórico. Não sei se vocês sabem disso, mas hoje é a primeira vez (que me consta) que a mesma peça será apresentada ao MESMO TEMPO no Rio de Janeiro e em São Paulo. Muitas pessoas me disseram que não ia dar certo, outras incentivaram, o fato é que estamos aí. Hoje, às 23 horas iniciar-se-á o espetáculo aqui e lá. É muito bonito ver o resultado de um trabalho árduo assim, fico muito feliz de ter cumprido mais essa etapa da minha vida, ajudando no que foi possível a manutenção do mesmo espetáculo nas duas maiores praças de teatro do país. É o G7 mais uma vez ousando, fazendo as coisas de uma maneira diferente, arriscando-se para fazer deste mundo um lugar melhor, com mais sorrisos, com mais peças de teatro e, de uma maneira geral, com mais arte unindo as pessoas. E por este motivo comemoratório aqui vai um vídeo da época próxima ao surgimento do Capeta na cena do Pastor e Glenda, interpretada no palco do maravilhoso Teatro dos Quatro também em 2007. Espero que gostem! Beijão para todos os Gesetes do Rio e MERDA! Pois, como sempre dizemos antes de entrar em cena: Parem, parem com isso, porque EU NÃO SOU PAGO PARA ESTA MEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEERDA!

Além disso, retirei também do meu “arca-bolso” (e não do meu esboço ou esqueleto de romance como muitos gostam de acreditar) uma entrevista que cedi a uma rádio quando estávamos no rio, em 2007 , sobre o que é a peça “Como Passar em Concurso Público”, como surgiu a ideia e mais coisas. Apenas não me lembro o nome do cidadão que me entrevistou. Eu nem sei porque compartilho isso, acho-me ridículo dando entrevistas, mas… Ainda bem que não lembro o nome do sujeito, afinal, ele me chamou de Córdon. Ô fi, meu nome é CORDÓN, DÓN, é castellano, saca? Mesmo assim obrigado pela entrevista irmão! Teve até alguns momentos que ele viajou e eu nem o corrigi… TJ? Que TJ bróder? hehehehe…

Aqui o sonzera:

materiaradioG7