Crítica da peça “Como Passar em Concurso Público”

Crítica da peça “Como Passar em Concurso Público”

Em Cartaz nos Bancários – 314/315 sul

Só na Sexta! 21hs

Damos 3 bolsas integrais de estudo da VESTCON durante o espetáculo!

Vagando pela internet encontrei esta crítica interessante. Muito obrigado Bruno! Abração!

Fonte: www.sampaonline.com

Crítica: A comédia “Como Passar em Concurso Público
Por Bruno César de Godoy

O elenco da peça “Como Passar em Concurso Público” prepara os candidatos antes, durante e depois da prova de uma maneira inusitada: estimulando desde o espectador mais tenso até o mais descontraído a se divertir com um humor muito criativo. O espetáculo é apresentado por quatro personagens, que interpretam com perfeição diversos papéis, dando a impressão que existem vários atores participantes.

A trajetória de José Brasil, um típico brasileiro que procura a aprovação em concurso público, é contada, desde o seu nascimento. O sonho de seus pais é garantir uma vida boa ao jovem, com um salário razoável e algumas regalias, como trabalhar pouco e ter vários benefícios do governo. Por isso, a profissão escolhida é a de Técnico Judiciário(!). Filho único, José já está com 33 anos e precisa se tornar independente.

Ao longo da encenação, são passadas diversas dicas para se obter êxito na avaliação final. Até um pastor de igreja ao lado de uma intérprete de libras e de um hilário servo faz uma sessão para os “concurseiros” espantarem seus males.

Na hora da prova, o estudante tem seu pensamento representado por dois personagens. Porém, cada um possui uma opinião diferente, fazendo com que o Zé reaja a todas elas, pulando, gritando, exercitando, eliminando um concorrente, se estressando e pedindo a ajuda de Deus, que aparece para socorrê-lo. Entretanto, o Senhor também está confuso e não sabe a resposta certa.

Mas se nem mesmo o Todo Poderoso pode ajudar José Brasil, qual a solução para seu futuro? A única opção foi dar um típico “jeitinho brasileiro” na situação e agora, mesmo tendo essa postura incorreta, terá de enfrentar o difícil trabalho de carimbar formulários (apenas com a presença do chefe) como um técnico judiciário.

Os artistas interagem com a plateia, convidando-a a participar de uma cena simples, que guarda uma hilária surpresa. Música, dança, piadas e imitações tornam a peça ainda mais atrativa. No final, os atores correm até a saída para cumprimentar e conversar com o público, em uma atitude que demonstra respeito e carinho para com todos, que saem com a certeza de terem assistido um ótimo espetáculo de comédia.

E para terminar em grande estilo, minha versão de O Iluminado: