Chefe bom é chefe morto!

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Eis que o G7 apresenta seu novo espetáculo: Eu Odeio Meu Chefe, a odisséia de Raneri, um jovem trabalhador que sofre com seus inúmeros chefes, todos sem coração. É uma peça diferente das outras do G7, uma história que poderia ser real, com personagens reais e situações muito cômicas. Seguindo a linha de atuação do grupo continuamos utilizando muita interatividade com a plateia e muita música (ao vivo, claro). Nosso objetivo é promover o riso reflexivo sobre esta relação tão complicada entre chefes e empregados. A premissa é a de que a maioria (senão todos) os problemas que existem são por falta de comunicação. O diálogo no ambiente de trabalho deve ser buscado para a construção de um trabalho de qualidade, os bons chefes precisam saber ouvir seus empregados e não humilhá-los. Por outro lado, os empregados precisam saber se comunicar com seus superiores e não odiá-los. A gente odeia o que a gente não entende! (Será que eu não entendo novela da Globo?)

Nossa mensagem final é a de que devemos, sempre e o máximo possível, nos colocarmos no lugar dos outros. Nossa meta: levar patrões e empregados para assistirem juntos a peça, unidos, iguais, como plateia que são. No mágico espaço da imaginação estimulada pelo teatro todos são iguais, não há hierarquia porque somos todos homo sapiens. Quem sabe não é este o começo de uma grande amizade? Talvez a gente consiga aproximar estes dois pólos de uma das relações mais problemáticas da história da humanidade, botando lenha no fogaréu da luta de classes marxista que nos é imposta como meio de sobrevivência. Faça como disse Aristóteles e pratique o ócio criativo com a nova comédia do xodó de Brasília e sua vida pode mudar. Talvez não mude, mas que ela pode ela pode.

O chefe é sempre mulher né?

"O" chefe é sempre mulher né?

Eu Odeio Meu Chefe”: Tudo que você sempre quis dizer mas nunca teve coragem, o G7 fala por você!